Áudio da palestra de João Carlos Brum Torres, "Economia e Polítca em Marx", em 17/09/09, na VII SAF.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
João Carlos Brum Torres - "Economia e Política em Marx"
O professor Brum Torres gentilmente cedeu a versão mais recente do escrito no qual se baseou sua fala, proferida no dia 17 de setembro de 2009, durante a VII Semana Acadêmica da UFRGS.
J. C. Brum Torres. "Economia e Política em Marx". (PDF)
J. C. Brum Torres. "Economia e Política em Marx". (PDF)
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Paulo Faria - "O que significa ler"
Fala do professor Paulo Faria (UFRGS) na abertura da VII Semana Acadêmcia da Filosofia UFRGS.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
VII Semana Acadêmica da Filosofia: Apresentações de alunos
17/09 - 14h30min
O erro de Ulisses: notas sobre a servidão voluntária a partir do Discurso de La Boétie
O erro de Ulisses: notas sobre a servidão voluntária a partir do Discurso de La Boétie
Autor: José Leonardo Ruivo (UFRGS)
Orientador: Luiz Carlos Bombassaro (FACED/UFRGS)
Resumo: Se considerarmos que a tradição da filosofia política tem como finalidade investigar sob quais condições os homens podem realizar, em um espaço público, relações harmônicas entre os sujeitos levando em conta nossas diferenças particulares, então ela também possui em seu horizonte os momentos de entrave para a realização destas mesmas relações. Se uma condição de servidão no espaço público marca, uma relação de assimetria entre alguns; poderíamos dizer, então, que uma investigação de filosofia política acerca da servidão visa apontar sob quais condições ela se dá para que possamos superar a marca de assimetria entre os sujeitos que ocupam o espaço público.
O Discurso da Servidão Voluntária ou O Contra Um (1548) de Étienne de La Boétie, publicado integralmente em 1576, não parece contradizer o que foi dito acima uma vez que situa, desde o título, sua investigação sobre este modo particular de entrave. Mas, como este também indica, trata-se de uma modalidade da servidão, marcada pelo seu aspecto voluntário: como os homens submetem-se a um? Submetem-se, e não, são submetidos, pois esta condição acidental (o mau encontro, nos termos do autor) assenta-se sobre um desejar (uma vontade) de servir. Desse modo, investigar a servidão é investigar como, em uma sociedade, sujeitos podem dispor-se, voluntariamente, ao servir. Esta apresentação buscará mapear este movimento interrogativo do Discurso percorrendo o texto em si. Apontaremos, inicialmente, o problema da extensão da relação assimétrica no espaço político. Contudo, a conexão entre muitos e Um tem seu fundamento na relação entre estes extremos. Se esta relação não é de troca assimétrica, então ela é doação infinita dos muitos ao um. Desse modo, é introduzido o conceito de desejo como motor da relação viciada em questão e, ao mesmo tempo, enquanto possibilidade de saída desta mesma relação.
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17/09 - 15h
A questão liberdade e necessidade em Hume: algumas considerações
Autor: Thiago Cruz da Silva (UFRGS)
Orientador: André Nilo Klaudat (IFCH/UFRGS)
Resumo: Neste trabalho, sustento que o objetivo de Hume nas seções em que ele trata do tema liberdade e necessidade não é o de estabelecer que as ações humanas são “necessárias” em um sentido mais fraco que aquele envolvido nas operações dos corpos externos: trata-se do mesmo tipo de necessidade, o qual não supõe nenhum poder ou conexão necessária em ambos os casos.
O Discurso da Servidão Voluntária ou O Contra Um (1548) de Étienne de La Boétie, publicado integralmente em 1576, não parece contradizer o que foi dito acima uma vez que situa, desde o título, sua investigação sobre este modo particular de entrave. Mas, como este também indica, trata-se de uma modalidade da servidão, marcada pelo seu aspecto voluntário: como os homens submetem-se a um? Submetem-se, e não, são submetidos, pois esta condição acidental (o mau encontro, nos termos do autor) assenta-se sobre um desejar (uma vontade) de servir. Desse modo, investigar a servidão é investigar como, em uma sociedade, sujeitos podem dispor-se, voluntariamente, ao servir. Esta apresentação buscará mapear este movimento interrogativo do Discurso percorrendo o texto em si. Apontaremos, inicialmente, o problema da extensão da relação assimétrica no espaço político. Contudo, a conexão entre muitos e Um tem seu fundamento na relação entre estes extremos. Se esta relação não é de troca assimétrica, então ela é doação infinita dos muitos ao um. Desse modo, é introduzido o conceito de desejo como motor da relação viciada em questão e, ao mesmo tempo, enquanto possibilidade de saída desta mesma relação.
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17/09 - 15h
A questão liberdade e necessidade em Hume: algumas considerações
Autor: Thiago Cruz da Silva (UFRGS)
Orientador: André Nilo Klaudat (IFCH/UFRGS)
Resumo: Neste trabalho, sustento que o objetivo de Hume nas seções em que ele trata do tema liberdade e necessidade não é o de estabelecer que as ações humanas são “necessárias” em um sentido mais fraco que aquele envolvido nas operações dos corpos externos: trata-se do mesmo tipo de necessidade, o qual não supõe nenhum poder ou conexão necessária em ambos os casos.
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